Conteúdos:
- Conceito de Biblioteca híbrida
- Recursos informativos acessíveis a partir da Biblioteca Escolar
- Ferramentas e estratégias de pesquisa na Internet
Após
a exploração das diversas situações apresentadas na ficha de trabalho
“Localizar e avaliar recursos educativos digitais”, efectuar uma reflaxão breve,
sobre o que constituiu novidade e utilidade os recursos apresentados, assim
como qual viabilidade de os trabalhar com os alunos.
Pesquisar, restringir e avaliar
Toda a documentação fornecida, em paralelo
com as pesquisas e leituras efectuadas em diversos dos repositórios e motores
de busca apresentados revelaram-se, para mim, muito importantes para um melhor
uso educativo dos recursos digitais. Ajudam-me a desenvolver competências para
uma selecção mais cuidada dos recursos a utilizar e induzem-me orientar os
alunos nesse sentido. Quanto aos repositórios apresentados, grande número já
conhecia, embora não sejam muito ricos na disponibilização de RED para as
disciplinas que lecciono: Educação Visual e Educação Tecnológica do 5º ano e
Educação Visual do 7º ano, outros foram uma total novidade. (RCAAP e Europeana)
Como se pretende, as bibliotecas escolares
estão a tornar-se rapidamente híbridas (termo a que só passei a estar atenta e
a entendê-lo no seu verdadeiro sentido ao iniciar esta formação) pelo que a sua
maioria já disponibiliza imensos recursos educativos digitais, que orienta os
alunos para sites, blogues ou para repositórios. A enumeração dos respectivos
recursos é disponibilizada através do Diigo (site
para arquivar e etiquetar websites) ou
através de links.
A tabela de recolha de dados dos repositórios assim
como a ficha de avaliação de recursos de internet serão ferramentas a utilizar
no futuro, quer os meus trabalhos de pesquisa, quer na orientação das pesquisas
dos alunos, já que são simples, objectivas e de fácil utilização. Tendo já em
sessões anteriores ficado curiosa com o termo “operadores booleanos” de que me
recordava vagamente, passei desde então a utilizar sempre que necessito de uma
pesquisa mais restrita.
Todos estes recursos e reflexões tornam-se numa
mais-valia para a ida ao encontro das expectativas dos alunos e de os tornar
construtores do próprio conhecimento. No entanto, apesar das escolas estarem
relativamente bem apetrechadas de equipamento informático, não reunimos, ainda,
entre outras, as condições desejáveis: um computador por aluno em cada sala de
aula, ou sendo menos ambiciosa, mais do que uma ou duas salas TIC.
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