Sessão 4

31 de janeiro a 6 de fevereiro 2013 - online

Conteúdos:
  • Conceito de Biblioteca híbrida
  • Recursos informativos acessíveis a partir da Biblioteca Escolar
  • Ferramentas e estratégias de pesquisa na Internet
Proposta de tarefa a desenvolver

Após a exploração das diversas situações apresentadas na ficha de trabalho “Localizar e avaliar recursos educativos digitais”, efectuar uma reflaxão breve, sobre o que constituiu novidade e utilidade os recursos apresentados, assim como qual viabilidade de os trabalhar com os alunos.
 
Execução:
Pesquisar, restringir e avaliar
 
Toda a documentação fornecida, em paralelo com as pesquisas e leituras efectuadas em diversos dos repositórios e motores de busca apresentados revelaram-se, para mim, muito importantes para um melhor uso educativo dos recursos digitais. Ajudam-me a desenvolver competências para uma selecção mais cuidada dos recursos a utilizar e induzem-me orientar os alunos nesse sentido. Quanto aos repositórios apresentados, grande número já conhecia, embora não sejam muito ricos na disponibilização de RED para as disciplinas que lecciono: Educação Visual e Educação Tecnológica do 5º ano e Educação Visual do 7º ano, outros foram uma total novidade. (RCAAP e Europeana)

Como se pretende, as bibliotecas escolares estão a tornar-se rapidamente híbridas (termo a que só passei a estar atenta e a entendê-lo no seu verdadeiro sentido ao iniciar esta formação) pelo que a sua maioria já disponibiliza imensos recursos educativos digitais, que orienta os alunos para sites, blogues ou para repositórios. A enumeração dos respectivos recursos é disponibilizada através do Diigo (site para arquivar e etiquetar websites) ou através de links.

A tabela de recolha de dados dos repositórios assim como a ficha de avaliação de recursos de internet serão ferramentas a utilizar no futuro, quer os meus trabalhos de pesquisa, quer na orientação das pesquisas dos alunos, já que são simples, objectivas e de fácil utilização. Tendo já em sessões anteriores ficado curiosa com o termo “operadores booleanos” de que me recordava vagamente, passei desde então a utilizar sempre que necessito de uma pesquisa mais restrita.

Todos estes recursos e reflexões tornam-se numa mais-valia para a ida ao encontro das expectativas dos alunos e de os tornar construtores do próprio conhecimento. No entanto, apesar das escolas estarem relativamente bem apetrechadas de equipamento informático, não reunimos, ainda, entre outras, as condições desejáveis: um computador por aluno em cada sala de aula, ou sendo menos ambiciosa, mais do que uma ou duas salas TIC.

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